O formato da Libertadores era diferente do atual. Vinte times, cinco grupos de quatro, só passava o campeão do grupo. Os cinco classificados se juntavam ao campeão do ano anterior.
No nosso grupo tinha Atlético Mineiro, Palestino e Union Española do Chile. Fomos até bem nos três primeiros jogos, todos fora. Vitória contra o Palestino e empates nos dois outros jogos.
Os três próximos jogos seriam em casa. Tudo a nosso favor, mas na prática não foi bem assim.
O Galo mineiro tinha um ponto a mais que nós, e o jogo seguinte era contra eles. Uma vitória nossa e tudo certo.
Só que esqueceram de combinar com o adversário. Logo de cara, um a zero Galo. Mas o Mirandinha empatou, o que nos encheu de esperança pro segundo tempo.
Logo no começo do segundo, um lance polêmico. Bola na área, Chicão cabeceia, a bola bate na trave e o goleiro João Leite tira de dentro do gol. O bandeira não viu, e segue o jogo ...
Prá piorar, num contra-ataque, Paulo Isidoro fez o segundo.
Nessa época, a vitória ainda valia dois pontos. Com isso, o Galo abriu três de vantagem faltando duas rodadas. Já era ...
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